"... isto não quer de modo algum dizer que sou um especialista de
Proust: Proust, é o que me ocorre, não é o que eu chamo; não é uma
autoridade ; é simplesmente uma lembrança circular. E é bem isto o
intertexto: a impossibilidade de viver fora do texto infinito quer esse
texto seja Proust, ou o jornal diário, ou atela de televisão: o livro
faz o sentido, o sentido faz a vida."
BARTHES, Roland. O prazer do texto. Tradução: J. Guinsburg. São Paulo: editora perspectiva, 1987. p.49
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