SÓ PARA VERSOS QUE LI...

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

o prazer do texto

"... isto não quer de modo algum dizer que sou um especialista de Proust: Proust, é o que me ocorre, não é o que eu chamo; não é uma autoridade ; é simplesmente uma lembrança circular. E é bem isto o intertexto: a impossibilidade de viver fora do texto infinito quer esse texto seja Proust, ou o jornal diário, ou atela de televisão: o livro faz o sentido, o sentido faz a vida."

BARTHES, Roland. O prazer do texto. Tradução: J. Guinsburg. São Paulo: editora perspectiva, 1987. p.49

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