SÓ PARA VERSOS QUE LI...

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

" [...] esse horror tipicamente moderno foi explorado pela primeira vez por Dostoievski na sua parábola do Grande Inquisidor (Os Irmãos Karamazov, 1881). Diz o Inquisidor: 'O homem prefere a paz e até mesmo a morte à liberdade de discernir o bem e o mal. Não há nada de mais sedutor para o homem do que o livre-arbítrio, mas também nada de mais doloroso.' "
berman, tudo que é sólido desmancha o ar, p.17-18
" Quando ela olhou pela janela, na carruagem em que voltava do funeral, sentiu, primeiro, como era estranho e, depois, como era indecoroso que as pessoas continuassem assobiando, e todas aparentemente indiferentes."
v. woolf, memórias de uma romancista.